Margarita pode ser cara se você se hospedar em hotéis resort e comer nos restaurantes turísticos do calçadão. Mas se souber se movimentar, a ilha oferece uma experiência incrível sem precisar gastar muito. Este é o guia que daríamos a um amigo.
Hospedagem: apartamentos vs hotéis
Hospedar-se em um apartamento com cozinha é a decisão que mais economia gera. Preparar o café da manhã e os lanches em casa e reservar os restaurantes para o almoço ou jantar pode reduzir seu gasto diário com comida pela metade. Os mercados locais têm frutas tropicais, pão e produtos frescos a preços muito baixos.
Transporte: o carro por puesto
Os carros por puesto são táxis compartilhados que seguem rotas fixas entre os principais pontos da ilha. São a forma mais barata de se locomover e colocam você em contato com o ritmo local. A desvantagem: os horários são irregulares e em áreas afastadas pode ser difícil encontrar um de volta.
Comer bem por pouco
Os restaurantes de comida criolla com menu do dia oferecem os melhores preços: sopa, prato principal, refrigerante e sobremesa por uma fração do que você paga no calçadão. As empanadas do mercado (menos de 1 USD cada) são o café da manhã mais econômico e saboroso da ilha.
- Café da manhã na rua: empanadas e café preto por 2–3 USD
- Almoço em restaurante criollo com menu do dia: 5–8 USD tudo incluído
- Jantar em chiringuitos de praia: 10–15 USD com bebida
- Compre frutas e lanches no mercado municipal
Praias: todas gratuitas
Todas as praias de Margarita são de acesso público e gratuito por lei. O que cobram é o serviço de espreguiçadeira e guarda-sol, que você pode evitar simplesmente levando sua própria toalha e buscando sombra natural. O snorkel na baía de Pampatar não custa nada se você levar seu próprio equipamento.
Atividades econômicas
- Visitar o Forte San Carlos Borromeo em Pampatar (entrada gratuita)
- Caminhar pelo calçadão ao pôr do sol
- Explorar o mercado de artesanato de Pampatar
- Visitar o Parque Nacional La Restinga (manguezais + praia virgem — entrada simbólica)